Pedagogia/UFRGS/Aprendizagens

sexta-feira, novembro 07, 2008

3ª Idade


Quando crescemos, nós acreditamos que continuamos evoluindo.

Evoluir e buscar o equilíbrio...Seria esta a marcha da terceira idade?

Pois sim. Através das relações afetivas vamos construindo nosso equilíbrio. A vida plena de sabedoria, de saúde controlada, de aceitações, de trocas de experiência e de transcendência.

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quarta-feira, outubro 29, 2008

Psicologia na 3ª Idade




Procurando a melhor forma de colaborar com o grupo...
Nesta coleta encontro algumas sugestões da professora Ivalina Porto, que tenho o grande prazer de arquivar neste blog:


Sugestões de ações dirigidas à comunidade em geral, órgãos educacionais, instituições sociais e à família do idoso:
a) valorizar o idoso pela experiência, cultura e sabedoria que pode
ser aproveitada em benefício das novas gerações;
b) proporcionar a permanência do idoso no lar e na comunidade,
onde tem oportunidade de receber afeto, carinho e compreensão;
c) permitir a participação do idoso na educação das crianças e
jovens; atribuir tarefas ao idoso, no lar, para que se sinta como membro
atuante e participante;
d) oferecer oportunidades para novos relacionamentos, incentivando-
o a participar de encontros sociais, culturais, artísticos e atividades
de lazer;
e) aproveitar a cultura e experiência do idoso nas escolas, convidando-
o para fazer palestras, participar de debates, entrevistas e encontros;
f) propiciar conhecimentos à população por meio de cursos,
encontros, campanhas e propagandas sobre o processo de envelhecimento, e o tratamento adequado que se deve oferecer ao idoso.


Ivalina Porto Professora de Psicologia do Departamento de Educação e Ciências do Comportamento da
Fundação Universidade Federal de Rio Grande (FURG). Doutora em Psicologia – Universidade
de São Paulo (USP). Gerontóloga pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

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domingo, outubro 12, 2008

Leis Sistêmicas do Instituto Matrístico




O conviver cultural é sempre responsabilidade individual


Ximena Dávila Yañes
Humberto Maturana Romesin
Instituto Matrístico – 2003.

a) Lei sistêmica 1: as leis sistêmicas são abstrações das coerências do viver do observador.
b) Lei sistêmica 2: cada vez que em um conjunto de elementos começam a conservar-se certas relações, abre-se espaço para que tudo mude em torno das relações que se conservam
c) Lei sistêmica 3: o porvir histórico da humanidade não segue nem nunca seguiu um curso definido a partir dos recursos ou oportunidades como se esses fossem em si, tem seguido um curso continuamente definido a partir das emoções, dos gostos, preferências ou medos, a partir dos desejos. Nada é um recurso ou uma oportunidade em si, algo será um recurso ou uma oportunidade somente se nós o desejarmos.
d) Lei sistêmica 4: As conseqüências de um processo não participam em sua gênesis.




- Nessas circunstâncias, nosso verdadeiro tema é que queremos conservar no porvir do nosso viver humano. O que se conserva define o que pode mudar.
- Toda transformação cultural ocorre como uma mudança na configuração do emocionar que define o que se conserva e para tanto o que pode mudar. Toda mudança cultural é uma mudança no emocionar.
- O que queremos é uma mudança cultural. Porém, se não soubermos que o que define uma cultura é o emocionar que seus membros geralmente a conservam com seu viver ao viverem nela, não poderemos fazê-lo...
- e não poderemos fazê-lo porque colocamos nossa atenção naquilo que queremos mudar, gerando oposição, e não naquilo que queremos conservar gerando inspiração.











Estes conhecimentos gerados através das leituras reflexivas do texto "Transformações na convivência segundo Maturana" - Luciane Corte Real, professora da Universidade do Rio Grande do Sul de Psicologia no Curso de Pedagogia 2008 - Trazem muitas informações, carregadas de emoções, por este tanto diferencial, que com toda certeza fez-me entender os caminhos por onde trilhar dentro desta interdisciplina.

No DIA DA CRIANÇA, uma homenagem adulta,refletindo o futuro, através da aprendizagem...

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Lembrei da Conceição!



TRANSFORMAÇÕES NA
CONVIVÊNCIA SEGUNDO MATURANA

Luciane M. Corte Real


"Na “Biologia do Conhecer”, o conversar é o entrelaçamento de duas ações o linguajar e o emocionar. O linguajar, como fenômeno biológico relacional, é a coexistência de interações recorrentes, sob a forma de um fluxo recursivo de coordenações de coordenações comportamentais consensuais."



. “Ao viver, fluímos de um domínio de ações a outro, num contínuo emocionar que se entrelaça com nosso linguajar” (MATURANA; ZÖLLER, 2004, p. 9).




"Podemos observar redes de conversação que configuram relações hierárquicas baseadas no medo. Outras, que configuram relações mais heterárquicas, baseadas no amor. Se levarmos isso ao cotidiano das relações entre educadores e educados, também podemos verificar que tais emoções condicionam posições frente à aprendizagem, facilitando-a ou dificultando-a." (CORTE REAL)




Retomando este texto novamente , posso entender que as relações estão para serem questionadas o tempo todo.


Eu tive uma professora de Língua Portuguesa, no Magistério, chamada Conceição, não lembro o sobrenome, e esta professora sempre, mas sempre em suas aulas dizia:


- Pergunta de novo!


- Agora tens certeza do que te expliquei?


- E agora tens certeza de que te falei a verdade?


- Não deves acreditar simplemente. Deves questionar mais de uma opinião.




Achava aquilo muito chato, pois eram perguntinhas simples que estavam dentro da Hildebrando (gramática de uso diário). Pois eu sempre ia conferir mesmo.




Quando estava no 3º ano do curso, entendi que ela estava despertando meu senso crítico e que havia conseguido.




Eu nunca mais deixei de questionar a vida. Entendi que fui educada para ficar quieta e calar a boca, para não querer saber mais nada além do que era oferecido no momento e acatar o que me era dito.


Conceição me libertou deste medo.


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segunda-feira, setembro 29, 2008

Psicologia Adulta




A aprendizagem do jovem e do adulto seguem alguns princípios:



A aprendizagem é uma variável que acontece de diferentes formas e tempos para cada ser humano.



É uma constante relação de troca com o externo, porém está internamente em movimento.




O desempenho comportamental do homem , de suas habilidades e de suas práticas é o resultado das aprendizagens, que não cessam.

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sábado, setembro 13, 2008

Adulto...


Lendo o fórum de Psicologia, observei que grande parte das pessoas têm dificuldade em falar de si mesmo. Por isto não fiquei sentindo-me como um E.T.

A minha caminhada para tornar-me adulta foi longa. Penso que fiquei adolescente até a pouco tempo.

Maturidade, adultez só adquiri após meu segundo filho.

Pessoas diferem, foi dito tantas vezes em nossos fóruns.
A entrada para Universidade trouxe-me algo que não sentia antes. É como se isto fosse acontecendo sem meu próprio controle. Sinto que meus pensamentos voam, como se viessem antes de chamá-los.

É estranho e novo. Sempre fui leitora faminta, mas a leitura somente, não me trouxe tantos questionamentos e "inticações", como a vida acadêmica. Coloco estas sensações porque tenho certeza que fazem parte de maturidade e aprendizado de vida adulta. Esta certeza das coisas seria a tal maturidade?

Todas estas novidades que o PEAD proporcionou, com toda certeza são parte de um amadurecimento e crescimento evolutivo muito rápido.

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terça-feira, setembro 09, 2008


O cafezinho da Psicologia da Vida Adulta é tudo de bom.

Estava lendo as postagens e a Eliane coloca sobre fazer algumas coisas e deixar outras. Fico triste e ansiosa quando noto que faço tudo "chafurdado" correndo mesmo.

Confundo Interdisciplinas, mas percebo que não sou a única. Não sei se isto é bom ou ruim. Lendo a Eliane no Cafezinho e as demais colegas no fórum Psicologia, entendo que estamos todas no mesmo barquinho, com alguns remos quebrados e lemes tortos. Com a certeza de chegarmos!

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